Agência Urbana

GENE KELLY – APENAS UM CLÁSSICO

100202 - 100202

Não apenas fã de esportes, eu também sou APAIXONADA por arte, dança e cinema, principalmente musicais. Durante toda a história, grandes nomes de astros surgiram devido as suas fantásticas interpretações.

Eugene “Gene” Curran Kelly nasceu em 23 de agosto de 1912 na cidade de Pittsburgh (EUA). Pode–se dizer que ele foi O Cara! Sua brilhante carreira foi marcada como dançarino, ator, cantor, diretor, produtor e coreógrafo.

O incentivo principal surgiu através de sua mãe, a qual matriculou Gene Kelly num curso de dança junto com seus quatro irmãos. Durante a crise econômica dos anos 1920, Kelly exerceu diversas atividades, entre as quais bailarino de teatro de variedades.

100202A - 100202A

O ponta pé de sua carreira aconteceu na famosa Broadway, com uma aparição no espetáculo “Leave It To Me”, de Cole Porter, fazendo o papel de um esquimó, ao lado de Mary Martin. Logo após, Kelly mudou-se para Hollywood. Seu primeiro sucesso foi o filme “Idílio em Dó-Ré-Mi”, de 1942, desde então ele não parou mais. Ao lado de Fred Astaire, Kelly foi um dos expoentes enquanto os musicais marcavam cena em Hollywood.

Combinando passos de dança com movimentos de câmera, o trabalho de Gene Kelly tornou-se clássico em filmes como “Marujos do Amor” (1945) e “Um Dia em Nova York”, de 1949. O filme “Sinfonia de Paris”, de 1951, arrebatou seis prêmios Oscar, e deu a Gene Kelly um Oscar especial por sua “versatilidade como ator, cantor, diretor, e dançarino, e especialmente por sua brilhante contribuição à arte da coreografia no cinema”.

Em 1952 foi lançado Singin’ in the Rain (tradução: Cantando na chuva), em que Gene Kelly contracenou com Donald O’Connor e Debbie Reynolds. As seqüências antológicas do filme, marcadas pelo estilo vital e atlético de Kelly, ficaram gravadas na história do cinema.

Curiosidades sobre o filme:

Na cena em que Gene Kelly dança na chuva, na verdade é utilizada uma mistura de água com leite por que no período das filmagens os Estados Unidos estavam passando por um longo período de seca; antes da gravação desta cena, Gene Kelly estava com 38 graus de febre, mas resolveu ir adiante depois de fazer uma sessão de acupuntura (o que teria supostamente resolvido o problema).

Este filme ocupa a primeira colocação na Lista dos 25 Maiores Musicais Americanos de Todos os Tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006.

Em It’s Always Fair Weather (1995), Gene Kelly atua sobre os patins durante uma de suas canções.

O filme conta a história três ex-combatentes americanos e grandes amigos que participaram da Segunda Guerra Mundial, e combinam de se encontrarem dez anos depois em seu bar favorito. Quando chega o dia marcado, os três percebem que estão muito mudados e se odeiam: Ted virou um jogador e empresário de lutas de boxe suspeitas, Doug é um pintor frustrado e agora trabalha com propaganda e Angie é dono de lanchonete e pai de vários filhos. Doug encontra seu patrão que lhe apresenta a bela produtora de TV Jackie. Ela precisa de uma idéia para seu programa e resolve levar os três, sem que saibam, para que contem na TV a história do reencontro.

100202B - 100202B

Gene Kelly realizou uma sucessão de filmes bem sucedidos, como se não bastasse, ainda atuou como diretor e estendeu sua participação em programas de televisão. Após uma longa jornada de sucesso Kelly faleceu em decorrência de um derrame cerebral, aos 83 anos de idade.



 | Enviar por e-mail  | Hits para esta publicação: 20

Uma resposta para “ GENE KELLY – APENAS UM CLÁSSICO ”

  1. marcão Fevereiro 6th, 2010 02:17

    tem outra boa do gene:

    amigos queridos, sinatra e kelly viviam se provocando.
    depois das filmagens de marujos do amor, kelly declarou que sinatra “até que aprendeu a dançar”
    entrevistado na première de cantando na chuva, sinatra devolve:

    - “ele pode ter me ensinado a dançar, mas não aprendeu nada sobre cantar!”

    contam que os dois se encontraram horas depois, no lendário bar em frente ao sand’s hotel e sinatra o chamou ao minúsculo palco para cantar. kelly teria subido, cantado a primeira estrofe e, dançando, levado o microfone a sinatra para que continuasse a canção.

    como o palco era minúsculo, dançou por todo o salão, entre as mesas e sobre o balcão.

    já pensou?

Deixe uma resposta.