Agência Urbana

Arquivo da categoria ‘04. portifólio’

DE LA MUSICA

022610 - 022610

em 2009 a agência urbana investiu na baixada santista apoiando, divulgando e registrando sensacionais apresentações musicais.

as criaturas que orbitam por aqui, as que são registradas e as que fazem parte do divertidíssimo mailing da agência, devem lembrar das historinhas que promoveram os shows da traditional jazz band, the bad plus, mind priority, lô borges, rosa passos, stanley jordan e john pizzarelli, entre outros.

apaixonados, para variar, investiremos ainda mais em 2010: além de assumir a realização integral do show, colecionaremos material como entrevistas, vídeos e números absolutamente exclusivos para delírio dos fãs e curtição dos curiosos de plantão.

como nosso ofício traduz planejamento, esse investimento maior, por assim dizer, vem em forma de projeto e leva o nome: de la musica.

para apresentar melhor, segue o texto do eugênio martins júnior, jornalista, produtor musical e blogueiro [mannish blog] que, junto comigo, assina de la musica:

“Por ser a forma de arte mais democrática, a música faz parte da vida dos seis bilhões de pessoas que habitam o planeta.

Ela é a matemática perfeita, por isso, linguagem universal. A música une toda essa gente, fenômeno que podemos chamar de músicosfera.

As pessoas nos Estados Unidos curtem a música da Índia. Os russos gostam da bossa nova do Brasil. Os suíços amam o jazz americano. Os franceses adoram a música cubana.

Mas e os brasileiros? Os brasileiros gostam de tudo isso. Jogador de futebol e músico, no Brasil, nascem em árvore. E quem não tem talento para fazer música, fica perto dela.

É o nosso caso. O De La Música, nascido em janeiro de 2010, em Santos, é a união do pessoal da Agência Urbana com o Mannish Blog. Foi criado para levar prazer e alegria às pessoas, através da divulgação e produção de eventos de todos os gêneros musicais, como assim sugere o nome.

Viva De La Musica!”

demais, né?

aqui no blog da agëncia urbana, na coluna da direita, imediatamente abaixo dos registros do twitter, um link permanete para o de la musica. assim você fica por dentro não só da progrmação, bem como da tal coleção super exclusiva que publicaremos por lá.

acesse: www.delamusica.com.br

sucesso,
marcão

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CLÍNICA VISÃO LASER - SANTOS, SP

como garantir que o nosso projeto é claramente compreendido?

pode até parecer, mas definitivamente não é tão simples quanto parece. os tais desenhos técnicos, que fatiam os volumes em planta, cortes e elevações sacramentaram as duas dimensões como protocolo de apresentação de grande parte dos escritórios de arquitetura.

e porque as perspectivas não são utilizadas para sepultar esse problema?

dá até para entender - aham… algo como… uma soma de motivos:

1. como os profissionais são muito independentes nas suas escolhas e protocolos de trabalho, a classe se posiciona completamente desorganizada enquanto valores e protocolo de trabalho. daí que grande parte dos clientes especulam, desistem ou até dão calote. as perspectivas não são para qualquer um. precisa ter o dom do traço e um treino constante para não atrofiar… e cores, para entender o contexto final. somando as duas colocações, o que pode-se concluir? muito tempo investido para especulação, desistiencia e até calote.

2. grande parte dos clientes entendem ou se sentem motivados a interpretar as “plantas”, a velha e boa “vista do espaço sem o teto”. por fim, não exigem perpectivas ou simulações considerando a terceira dimensão.

3. inúmeros softwares facilitam sobremaneira o processo de contrução da planta… e por aí vai.

grande parte dos arquitetos (esse que registra as letrinhas incluído) apresenta o resultado de seus croquis tal como letra de médico, sabe como é? só que no caso dos médicos, os colaboradores das farmácias e serviços são, por assim dizer, treinados para interpretar os garranchos obscuros do receituário.

no caso dos garranchos das folhas de rascunho dos arquitetos, sobreposições de idéias, volumes, flechas, negativas com “xis” e telefones de fornecedores, quase por certo são interpretados com muita dificuldade por nossos interlocutores.

um projeto é a documentação de uma série de idéias de organização espacial de volumes. essa documentação sim deve ter no desenho técnico seus fins de entendimento global e resgistro de intenções. já a idéia deve ser sempre apresentada tridimensionalmente e com o máximo de riqueza de detalhes possível.

basta imaginar que na idéia se somam ao resultado final dos volumes construídos as cores e texturas dos elementos que caracterizarão ambiência e, daí, a função de cada departamento ou área.

é muito, até para as velhas e boas perspectivas tamanho A1 coloridas com aquarela de caran-d’arche - espetaculares obras de arte, mas, num olhar mais crítico, apesar de plenas em romantismo e pureza, limitadas quando da verdadeira exposição sensorial da ambiência imaginada na volumetria organizada.

em todos os escritórios por onde passei, sempre instituí protocolos de apresentação [desde meus tempos de estágio] com maquetes. “bonecos” para comunicação e uma verdadeira misturada de materiais diversos [papel cartão, cartolina, madeira, esponja, guache, plástico, e isopor] para os volumes de arquitetura. dava até [no caso da arquitetura] para colar pedaços do tecido com a padronagem indicada para simular com mais qualidade os espaços.

ainda assim eu me incomodava com a escala. olhar “tudo menor”, para mim, poderia abrir precedente para desvios sensoriais na interpretação da ambiência desejada. como solucionar?

muitas maquetes se passaram e…. fotografia!

ao se fotografar a maquete, a sensação da escala podia ser manipilada e a silulação do real ficava mais precisa. daí, apresentávamos os conceitos em grandes painéis onde plotávamos as fotografias e as explicações necessárias. muito mais dinâmica, mérito estético e a certeza da “transparência” por assim dizer, quando o cliente apontava “aprovado”.

contei essa historinha toda para apresentar essa publicação: a maquete da clínica visão laser. já faz muito tempo que não construo maquetes de papel, madeira ou coisas malucas. elas são inteiramente desenvolvidas no computador, o que econimoza espaço físico e, é claro, tempo. teve uma épova na agência urbana onde queridos colegas nos procuravam para executar as maquetes eletrônicas. naquela época, usavamos o 3d studio [que mais tarde evoluiu para 3ds max] e o dani [daniel sanches] estudava febrilmente as infindáveis ferramentas construtivas.

hoje o dani é um “monstro” por assim dizer em maquetes eletrônicas. o grau de precisão com a realidade chega a tal grandeza que “confunde” o interlocutor. quem simula a realidade na agência urbana hoje é a mari. dedicada, procura soluções intermináveis para otimizar todo o processo: rapidez na conclusão do volume vetorial e precisão simulada.

concluindo: o resultado implantado do seu projeto aprovado só entusiasma pela certeza da qualidade de ocupação [física e sensorial] durante a rotina que se apresentará.

agora: surpresas? nenhuma. é a realização do simulado na maquete.

sucesso,
marcão

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JOHN PIZZARELLI

esse case foi sensacional (por motivos óbvios, né não?)

terceira vez em santos, john trouxe seu cd “with a song in my heart” para apresentação em junho de 2009.

com a agência urbana, ficaram a fotografia, o liverec (gravação/registro do show em tempo real) e o privilégio de trocar uma idéia com john pizzarelli (guitarra e voz), martin pizzarelli (baixo), larry fullen (piano) e tony tedesco (bateria).

o audio que vocês ouvem no vídeo foi o gravado em tempo real, exclusivíssimo! ele reforça uma parte onde john faz o que john faz melhor: entreter!

sempre de bom humor e sempre virtuosamente assustador, o destaque do trecho é a descrição das palavras e frases que eles vinham aprendendo em português.

mais divertido que esse trecho, só quando ele apresenta a música que ele compôs para sua terra natal e imita os “futuros felizes interpretes” como paul simon, bruce springsteen, bob dylan e joão bosco. imperdível!

ainda deu tempo pra conversar sobre bucky pizzarelli (o patriarca dos pizzarelli) e do “dear mr. sinatra”, um trabalho-tributo, discoteca obrigatória.

enfim, jazz, né? não tinha como ser diferente!
não é uma delícia fazer exatamente o que a gente ama fazer?

sucesso,
marcão

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DANILO - GUARUJÁ, SP

esse case foi legal.

a cozINHA, apertadINHA e bastante branquINHA ficou resolvida. o cliente adorou. o colega desafogou, conseguiu entregar o projeto e a obra no prazo. tudo maravilha!

a grande anotação temporal de tudo isso foi que nesse momento se deu a transição do 3d studio para o sketch up.

deixa eu explicar melhor: a gente acredita que a única forma de garantir o entendimento de nosso serviço por parte de nossos clientes é através dos modelos.

no caso da comunicação, bonecos e simulações em geral. vale tudo: massinha [não, não o felipe], isopor, papel cartão, craft, varetas e colagens em cartolinas.

já na arquitetura, existem softwares sensacionais para a confecção de maquetes tridimensionais, que permitem a aplicação de texturas e o resultado pode se confundir [sem nenhum exagero] com uma fotografia do local.

o 3d studio que a agência usava (pilotado com maestria pelo daniel sanches) é o cara, por assim dizer. só que são mais de 3000 ferramentas entre as de construção, reflexão, iluminação e texturas. daí, tudo pronto, ainda tem o render, que seria algo como a “criação da imagem”, didaticamente falando.

o piloto do 3d studio tem que ser ninja. 3d não é para qualquer criatura não. mesmo sendo ninja, todo o processo de desenvolvimento e renderização demora, consideravelmente. imagina o “custo” desse processo, principalmente quando algumas “alterações” são anotadas e devem ser preparadas para nova apresentação e apreciação…

como a agência sempre insistiu em apresentar de forma clara, a gente lidava com o 3d e boa. até que o sketch se apresentou: desenvolvido pela google, freeware, tudo de bom.

o modelo fica pronto e, sem iluminação direcionada ou reflexão, basta orbitar, shift+print screen e lindo! tá lá o shot!

na cozinha do danilo aprendemos as primeiras ferramentas desse que atualmente é “o cara” na agência urbana. dono de uma irresistível relação custo x benefício, é a vedete de nossas apresentações.

e tem mais: lembra daquela parte do “sem iluminação direcionada ou reflexão”? a mari já tem estudado isso. aguardem!

sucesso,
marcão

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ALCEU E VERA - SANTOS, SP

vera andava chateada com o piso da cozinha. todo manchado. segundo ela, cada vez mais manchado. vera ia ao rio. voltava logo após o ano novo. alceu resolveu fazer uma surpresa: na volta, ano novo, cozinha nova!

na pauta, a vontade de mudar. mas não completamente. mudar apenas.
alceu aprovou o projeto em segredo e o casal foi viajar.

cartas foram enviadas ao sindico, portaria e vizinhos explicando sobre a obra, horários, fluxo, etc.
todos os objetos e elementos decorativos foram fotografados [para depois poderem voltar aos seus devidos lugares], recolhidos e embalados.
todo mobiliário bem como os eletrodomésticos, foram protegidos com plástico-bolha antes da equipe de obra entrar.

no final de sete dias, minutos depois de recolhermos os últimos saquinhos de lixo, vera abre a porta da área de serviço…

depois de pulinhos e gritinhos, mãos na frente da boca, ela ainda não acreditava no que via!
que surpresa! em tão pouco tempo, a sincera sensação de uma cozinha nova.

foi uma loucura. dá pra imaginar, né? mas a gente adora o que faz!

sucesso,
marcão

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RESIDÊNCIA - MARINA, GUARUJÁ

esse é bem antigo. o tempo passa e ele continua sobervivendo, firme e forte!

não só a residência na marina, mas também essas 3 imagens. já imaginou? a pasta que contém essas 3 “jpgs” contém mais 2 arquivos: um chamado “timelines”, protocolo meu para o título do “diário do case” e um outro que chama “grana”. esse não preciso explicar sobre o que se trata, certo?

de qualquer forma, em meados de 2005, quando a agência estava instalada no 100 da avenida ana costa, durante uma tempestade, todas as luzes se apagaram.

era de tarde e não, ninguém tinha bebido nada. alguns segundos se passarm e as luzes voltaram. junto com ela, os “pips” que indicavam os reboots…

nada!

nenhum pc voltou das trevas. nem com o poder mágico e todas as poções binárias do osvaldo júnior. a casa caiu.

o que aconteceu? 3 computadores, 2 hds em cada, 6 hds, confere?

então. 6 trilhas-zero danificadas. game over!

como em toda casa caída, sempre sobra um escombrinho. essa publicação do nosso portifólio é uma das melhores definições do “escombrinho” que posso oferecer.

e, a título de autenticidade [para variar], o cd de onde eu as retirei para publicar aqui está, literalmente descascando. sobrevivente total.

foi nessa época, em 1999, que iniciamos uma parceria com um cara muito querido, o arquiteto fran salles. a coisa deu tão certo que, de uma forma ou de outra, até hoje acabamos sempre nos encontrando.

quando não para novos projetos, para trocar uma idéia, no mercado de peixe, esperando cada qual seu embrulho.

fala sério, tio fran… essa publicação tem 10 anos! desde lá já apresentávamos com maquetes eletrônicas:

preguiça, zero (rs)

sucesso,
tio marcão

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GP PETROBRAS DO BRASIL - QUALIFY

legal, né?

essa publicação inaugura o tal “formatinho” que achei bacana para a apresentação do portifólio daqui da agência. por conta do nosso jeitão descontraído, acabamos achando marrento pacas chamar de “portifólio” as coisas que nós fazemos.

preferimos chamar de “coisas que nós fazemos”. :)

essas coisas serão sempre divididas entre arquitetura e comunicação, e sub-divididas de acordo com o serviço. tipo fotografia dentro de comunicação, por exemplo.

no mais, acho que agora vai esse portifólio!

nada melhor para começar do que a fórmula 1 que a gente adora tanto. nesse sabadão do youtube do vídeo aconteceu de tudo: fiquei longe dos telefones por um bom tempo, me atrasei, choveu pacas, me dei bem [ufa!] na categoria “imigrantes contra-o-relógio” debaixo dessa chuva lascada, escapamos de um cancelamento do q2 e do q3 e tive considerável dificuldade para fotografar.

a chuva? tb! mas o pior era a emoção mesmo, com direito à pole do rubinho, cravada na última volta do q3! lágrimas nos olhos, frio na barriga, tremedeira… foi demais!

tá tudo lá: créditos, agradecimentos e até a referência pro rock’n'rollzão do kiss!

taí. gostei!

sucesso,
marcão

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PROPAGANDA NA REVISTA AO VIVO

091004 - 091004

[comunicação - revista]

já ouviram falar da revista ao vivo, certo? publicação bacanuda sobre o universo da música que corre solta (e gratuita) em santos, uberlândia, curitiba, marília, mongaguá, guarujá, praia grande, são vicente e são paulo.

tivemos oportunidade de propagar a agência urbana por meio de um anúncio na revista ao vivo. fato que, quando a pauta é interna, sempre faltam: tempo, idéias, imagens, enfim, casa de ferreiro…

usamos a nossa marquinha querida, o tal do fundo preto [que o marcão adora] e as informações que entendemos imprescindíveis [até pq tentar explicar “o que é a agência urbana” no anúncio seria no mínimo lisérgico!]

o endereço, tópicos que escolhemos apontar como um “resumão interessante” do blog [nessa época a luciana glenda era colunista e postava toda segunda direto da espanha] e as adaptações (mínimas) que fizemos para que ele funcionasse perfeitamente na interface do iphone [sim, a gente adora mac].

deu nisso que vcs vêem acima. nuns… o quê? 10 minutos considerando a conversão?

mas a gente achou bacanuda (como a revista ao vivo) e ficou super orgulhoso!

sucesso,
marcão

em tempo: para quem ainda não conhece a revista ao vivo - www.revistaaovivo.com.br

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CABEÇÃO

091006 - 091006

[comunicação - ilustração gráfica]

para estrear a categoria portifólio, nada melhor do que um jobzinho interno mesmo. assim nós podemos falar mal (ou não) do resultado.

o cabeção, carinhosamente apelidado pelas criaturas esteve online desde a estréia do novo formato do agência urbana no dia 26 de janeiro até o hit 40000, em outubro de 2009.

usamos o velho truque do cachorro correndo atrás do rabo: o “a” da agência “funde” a cabeça [fundo preto] que foi posicionada de forma a parecer que “lê” os textos postados.

a opção “think about it” em inglês mesmo foi para reforçar a idéia de “realmente considere” o que ler aqui.

ou o “a” na sua cabeça.
ou que a agência pode fundir a sua cabeça
ou que vc deve ler os textos e manter a agência na sua cabeça, pensando

o velho truque do cachorro correndo atrás do rabo. entenderam? rs

sucesso,
marcão

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