Arquivo da categoria ‘01. oficina’
DANILO - GUARUJÁ, SP
esse case foi legal.
a cozINHA, apertadINHA e bastante branquINHA ficou resolvida. o cliente adorou. o colega desafogou, conseguiu entregar o projeto e a obra no prazo. tudo maravilha!
a grande anotação temporal de tudo isso foi que nesse momento se deu a transição do 3d studio para o sketch up.
deixa eu explicar melhor: a gente acredita que a única forma de garantir o entendimento de nosso serviço por parte de nossos clientes é através dos modelos.
no caso da comunicação, bonecos e simulações em geral. vale tudo: massinha [não, não o felipe], isopor, papel cartão, craft, varetas e colagens em cartolinas.
já na arquitetura, existem softwares sensacionais para a confecção de maquetes tridimensionais, que permitem a aplicação de texturas e o resultado pode se confundir [sem nenhum exagero] com uma fotografia do local.
o 3d studio que a agência usava (pilotado com maestria pelo daniel sanches) é o cara, por assim dizer. só que são mais de 3000 ferramentas entre as de construção, reflexão, iluminação e texturas. daí, tudo pronto, ainda tem o render, que seria algo como a “criação da imagem”, didaticamente falando.
o piloto do 3d studio tem que ser ninja. 3d não é para qualquer criatura não. mesmo sendo ninja, todo o processo de desenvolvimento e renderização demora, consideravelmente. imagina o “custo” desse processo, principalmente quando algumas “alterações” são anotadas e devem ser preparadas para nova apresentação e apreciação…
como a agência sempre insistiu em apresentar de forma clara, a gente lidava com o 3d e boa. até que o sketch se apresentou: desenvolvido pela google, freeware, tudo de bom.
o modelo fica pronto e, sem iluminação direcionada ou reflexão, basta orbitar, shift+print screen e lindo! tá lá o shot!
na cozinha do danilo aprendemos as primeiras ferramentas desse que atualmente é “o cara” na agência urbana. dono de uma irresistível relação custo x benefício, é a vedete de nossas apresentações.
e tem mais: lembra daquela parte do “sem iluminação direcionada ou reflexão”? a mari já tem estudado isso. aguardem!
sucesso,
marcão
QUIMERIANOS, DOWN!

lembram que as criaturas daqui amam playstation desesperadamente? quem joga no easy é frango e blá, blá, blá?
pois é: eis que o primeiro game é fechado nos domínios da agência urbana.
estamos na década de 1950 numa história alternativa – onde a II guerra mundial nunca aconteceu. os quimerianos, uma espécie incrivelmente agressiva de origem desconhecida, varreram a ásia e a europa, e cercaram os últimos sobreviventes num último e final posto fronteiriço – a grã-bretanha. para playstation 3, esse shoot’em up na primeira pessoa da insomniac games, combina gráficos incríveis, uma física caótica e armas originais para criar um andamento alucinante. Detonamos colaborativamente os quimerianos na pele do comandante nathan hale [do exército dos e.u.a.], seu parceiro e dezenas de aliados.

o final é meio broxante, assim. tipo: as letrinhas da tela da foto.
de qualquer forma o primeiro game zerado a gente nunca esquece!

infos:
resistance: fall of man
insomniac games
plataforma: playstation 3
lançamento: 23 Março 2007
jogadores: 1 - 4
blu-ray disc, 720p, dolby 5.1
sucesso,
marcão
GP PETROBRAS DO BRASIL - QUALIFY
legal, né?
essa publicação inaugura o tal “formatinho” que achei bacana para a apresentação do portifólio daqui da agência. por conta do nosso jeitão descontraído, acabamos achando marrento pacas chamar de “portifólio” as coisas que nós fazemos.
preferimos chamar de “coisas que nós fazemos”.
essas coisas serão sempre divididas entre arquitetura e comunicação, e sub-divididas de acordo com o serviço. tipo fotografia dentro de comunicação, por exemplo.
no mais, acho que agora vai esse portifólio!
nada melhor para começar do que a fórmula 1 que a gente adora tanto. nesse sabadão do youtube do vídeo aconteceu de tudo: fiquei longe dos telefones por um bom tempo, me atrasei, choveu pacas, me dei bem [ufa!] na categoria “imigrantes contra-o-relógio” debaixo dessa chuva lascada, escapamos de um cancelamento do q2 e do q3 e tive considerável dificuldade para fotografar.
a chuva? tb! mas o pior era a emoção mesmo, com direito à pole do rubinho, cravada na última volta do q3! lágrimas nos olhos, frio na barriga, tremedeira… foi demais!
tá tudo lá: créditos, agradecimentos e até a referência pro rock’n'rollzão do kiss!
taí. gostei!
sucesso,
marcão
DIVERSÃO TE FAZ MELHOR
aqui na agência urbana a gente se diverte um monte. mesmo sob pressão de prazos e de *perús no píres*, a gente passa parte do longo período rindo.
costumamos decidir momentos difíceis como: quem vai buscar o café ou entre verde-claro e verde-escuro no pula-pirata. somos em quatro… tem quatro cores de espadinhas. pronto, resolveu!
às vezes trabalhamos de chinelo. outras de terno completo e sapato bacanudo. vamos de bike, à pé e estacionamos o carro longe. às vezes não vamos de bike porque chove. paramos o carro longe e tomamos muuuita chuva caminhando até a agência.
cada um tem a sua caneca. a gente adora caneca! mas tb tem *flute* pro espumante.
apostamos em diversão o tempo todo. mesmo quando algum cliente insiste apostar em um *mercado sério* ou que seu dia-a-dia ou foco de trabalho *não entenderia* o projeto ou ação. porque algo divertido não pode ser levado a sério?
porque pessoas ditas sérias não adorariam se divertir? porque o *divertido* diminui a qualidade do seu espaço ou propaganda?
tem bastante gente que estranha. tem bastante gente que questiona. quem aposta, ama. quem não aposta, não vai saber como é.
nosso serviço não é *menos sério* tampouco *mais difícil de entender* do que qualquer outro em qualquer carreira ou profissão. ao contrário, vivenciamos que nosso processo de criação, desenvolvimento, finalização, publicação e relacionamento é muito mais intenso.
intenso?
defina intenso.
[seja lá qual for a sua definição] é isso!
recebi faz alguns dias o vídeo abaixo de uma querida amiga, cliente, parceira, enfim, intensa participante [por assim dizer] da agência urbana.
claro que adoramos. adoramos é pouco! é delicioso poder reforçar o que acreditamos. e tem melhor forma de fazer isso do que encontrar criaturas em outras porções do planeta que também exercitam comercialmente o mesmo objetivo? e melhor: poder mensurar o óbvio êxito do processo?
youtubei e achei o vídeo lá de cima. o primeiro desse post. divertidíssimo, né? e… me conta: funcionou?
tudo de bom!
tem mais, espia:
para continuar a diversão, passa lá: http://www.thefuntheory.com
os caras são demais!
sucesso,
marcão.
PROPAGANDA NA REVISTA AO VIVO

[comunicação - revista]
já ouviram falar da revista ao vivo, certo? publicação bacanuda sobre o universo da música que corre solta (e gratuita) em santos, uberlândia, curitiba, marília, mongaguá, guarujá, praia grande, são vicente e são paulo.
tivemos oportunidade de propagar a agência urbana por meio de um anúncio na revista ao vivo. fato que, quando a pauta é interna, sempre faltam: tempo, idéias, imagens, enfim, casa de ferreiro…
usamos a nossa marquinha querida, o tal do fundo preto [que o marcão adora] e as informações que entendemos imprescindíveis [até pq tentar explicar “o que é a agência urbana” no anúncio seria no mínimo lisérgico!]
o endereço, tópicos que escolhemos apontar como um “resumão interessante” do blog [nessa época a luciana glenda era colunista e postava toda segunda direto da espanha] e as adaptações (mínimas) que fizemos para que ele funcionasse perfeitamente na interface do iphone [sim, a gente adora mac].
deu nisso que vcs vêem acima. nuns… o quê? 10 minutos considerando a conversão?
mas a gente achou bacanuda (como a revista ao vivo) e ficou super orgulhoso!
sucesso,
marcão
em tempo: para quem ainda não conhece a revista ao vivo - www.revistaaovivo.com.br
Sem comentários »MIKE: THE HEADLESS CHICKEN

Muito mais que um galo sem cabeça, Mike se tornou um símbolo de força, persistência e perseverança para a nação galinácea de nosso planeta. Sua dramática história comoveu a todos daqui da agência urbana, não é a toa que esse simpático galo tornou-se nossa mascote oficial. Conheça abaixo a história da vida de Mike, de um jantar mal sucedido à superstar (com direto a evento em sua homenagem).
Mike era um simples galo que vivia na fazenda de Lloyd Olsen em Fruita, Colorado. Ele tinha uma vida humilde, mas isso mudou repentinamente na noite de 10 de setembro de 1945 (quinta). Olsen receberia sua sogra para o jantar, como ela adorava comer ‘pescoço de frango’ o fazendeiro pegou um galo (Mike) para sua esposa preparar o jantar. Quando sua faca deslizou sobre o pescoço do pobre galo ao invés de ter sua vida encerrada por ali, Mike simplesmente saiu correndo por aí. Depois de algum tempo ele simplesmente retornou a seu ‘trabalho’ de ser um galo, bicou os alimentos e alisou suas penas, assim como o resto de seus companheiros de curral.
Espantado com o feito, Olsen deixou o galo vivo pelo resto da noite. Durante a madrugada Mike dormiu com sua decapitada cabeça embaixo de sua asa. No dia seguinte, o fazendeiro comovido com a cena cancelou o jantar e poupou Mike de virar refeição de sogra.
Mike sob o cuidado de Olsen começou uma nova fase em sua vida. No começo o galo teve dificuldades a se acostumar com sua nova condição, mas depois de um tempo Mike já conseguia facilmente alcançar os poleiros, porém seu cantar consistia de um som gorgolejante feito em sua garganta. Para alimentá-lo, Olsen dava uma mistura de leite e água atravéz de um conta-gotas, além de pequenos grãos de milho. Para quem pensa que essa refeição não satisfazia o galo, vale ressaltar que quando Mike morreu, ele pesava aproximadamente três vezes mais do que na época em tinha sua cabeça (algo em torno de 1 kg). Infelizmente de vez em quando Mike ficava ‘afogado’ em seu muco, que o fazendeiro removia utilizando uma seringa.
Não demorou muito para Mike estabelecer sua fama. Ele começou a participar de uma série de excursões e shows na companhia de outros seres bizarros, além de ser fotografado para várias revistas e jornais. Mike ficava exposto para o público ao custo de 25 cents, no auge de sua popularidade Olsen chegou a ganhar $4.500,00 por mês. Junto com Mike também tinha uma cabeça exposta, mas essa não era a original, que foi devorada por um gato.
Como esperado, Olsen foi criticado pelos ativistas dos direitos dos animais, mas tempo depois foi examinado por membros de diversas sociedades humanitárias e foi declarado não estar sofrendo.

Eis que em um dia fatídico em março de 1947 em Phoenix, Mike começou a se ‘afogar’ no meio da noite quando voltava para casa depois de uma excursão, Olsen esqueceu suas seringas no show do dia anterior. Sem muito o que fazer, Mike acabou passando dessa para melhor afogado em seu muco. Depois de 23 meses de vida e 18 sem a cabeça.
Os exames depois de sua morte, deixaram claro que a lâmina tinha errado a veia jugular e um coágulo impediu que Mike sangresse até a morrer. Embora grande parte de sua cabeça estivesse decapitada, seu tronco cerebral e uma orelha ficaram em seu corpo. Levando em consideração que a maioria das ações e dos reflexos de uma galinha são controladas pelo tronco cerebral, Mike podia permancer completamente saudável. Várias tentativas de reproduzir o “fenômeno Mike” foram realizados, mas as aves não conseguiam viver mais que 11 horas após perder a cabeça.
Desde de 1999, durante todo ano. por dois dias durante o mês de maio, é realizado o festival ‘Mike the Headless Chicken Day’ em Fruita, no Colorado, para homenagear o galo. No evento incluem um concurso de dança da galinha, a corrida de 5km imitando uma galinha, uma competição da receita de frango, boa música, comida, vendedores de artesanato e uma variedade de entretenimento.
Não preciso nem dizer que as criaturas da agência urbana adoraram a história de Mike. Além de ser o nosso mascote, descobrimos que Mike nós fornece uma espécie de sorte. Tudo começou a melhorar depois que fomos “apresentados” ao Mike, nosso número de clientes aumentou, nossa tarefas estão dentro dos prazos, alcançamos 40.000 visitas, além de nós proteger contra as macumbas (afinal Mike não gosta de quem corta cabeças de galinha).
Enfim, como gratificação a todas as coisas boas que aconteceram graças a este pequeno ser vivo sem cabeça, reservamos esse humilde espaço em homenagem a Mike, o galo que viveu 18 meses sem a cabeça.
OBRIGADO MIKE!
Recomendo 2 sites para quem quiser saber mais sobre o assunto:
http://www.miketheheadlesschicken.org - site (em inglês) oficial do festival “Mike the Headless Chicken Day”, além de falar sobre o evento tem história, vídeos, fotos, fan clube e até loja! Bem completo.
http://www.chickflickthefilm.com - site (em inglês) oficial do documentário “CHICK FLICK: The Miracle Mike Story” disponível em DVD. O longa contém material disponível exclusivamente pela família dona do Mike. No site, tem trailer, mp3 e o próprio filme a venda.
Veja abaixo, alguns vídeos do Mike:
Ripley’s believe it or not! (apresentado pelo superman)
Mike para presidente!
Trailer de Chick Flick: The Miracle Mike Story
4 comentários »Dizem as lendas que Mike cantava todos os dias pela manhã, acordando Léia, uma mula surda.
CABEÇÃO

[comunicação - ilustração gráfica]
para estrear a categoria portifólio, nada melhor do que um jobzinho interno mesmo. assim nós podemos falar mal (ou não) do resultado.
o cabeção, carinhosamente apelidado pelas criaturas esteve online desde a estréia do novo formato do agência urbana no dia 26 de janeiro até o hit 40000, em outubro de 2009.
usamos o velho truque do cachorro correndo atrás do rabo: o “a” da agência “funde” a cabeça [fundo preto] que foi posicionada de forma a parecer que “lê” os textos postados.
a opção “think about it” em inglês mesmo foi para reforçar a idéia de “realmente considere” o que ler aqui.
ou o “a” na sua cabeça.
ou que a agência pode fundir a sua cabeça
ou que vc deve ler os textos e manter a agência na sua cabeça, pensando
o velho truque do cachorro correndo atrás do rabo. entenderam? rs
sucesso,
marcão
RELATOS DE UM TRABALHADOR DA OFICINA

A essa altura do campeonato os leitores da agência urbana já devem ter reparado em algumas coisas novas por aqui. Uma das maiores novidades foi a junção do nosso ‘hobby’ com o nosso ‘profissional’, o famoso “unir o útil ao agradável”.
Em função dessa fusão (rimou), vou falar um pouco da Oficina. Não, não vou falar do nosso conceito e nem de nosso contato (afinal, isso já está lá em cima). E como 97,3% das coisas que eu falo, também não se deve levar a sério. Vou aproveitar meu espaço e fazer um breve resumo de como é trabalhar aqui para espantar futuros concorrentes, afinal preciso garantir meu emprego.
Antes de mais nada, preciso deixar claro 1 coisa. Não somos mecânicos! Pronto, é bacana deixar isso bem claro, afinal alguém pode ler esse texto sem clicar nas páginas que já citei antes.
Minha rotina começa às 9 da manhã (quem perguntou?), e lá vem eu feliz da vida para o trabalho. Afinal de contas, nada melhor que vir de bike e ocasionalmente quase ser atropelado e ainda debaixo dessa chuva que não termina mais. Passadas essas “emoções iniciais” (que sinceramente até me ajudam a despertar), chego ao nosso local de criação, a Oficina, popularmente conhecida por mim mesmo como “meu quarto”, pois parece um quarto e porque que eu passo mais tempo aqui do que em meu verdadeiro quarto.
Essa parte é bacana: eu chego, ligo a TV, bebo algo, dou uma arrumada em alguma coisa do local. Muito legal, pena que essa parte só dura no máximo 5 minutos para ser realizada. E depois? Hora de trabalhar! Ai começa o problema, quando você chega no seu quarto o que você quer fazer? Dormir? Ver TV? Ler um livro? Quem quer chegar em casa se dirigir ao quarto e começar a trabalhar? Definitivamente eu não, mas graças as chibatadas do chefe e os nossos prazos apertados ao meu bom senso, começo a realizar minhas tarefas.
Eis que chega o boss (mais conhecido como marcão), é um cara super bacana, sempre chega me “elogiando”. Geralmente começamos a discutir sobre assuntos importantes para decidir o futuro da empresa, como: F1, True Blood, Mike e as peripécias da Lola.
Depois é a hora de voltar para a diversão. E lá vai Corel, Photoshop, pesquisa no Google, E-mail, Wordpress e não podemos esquecer da minha parte preferida, atender o telefone. O que rende diálogos sensacionais, como:
- Alô (velha)
- Oficina (eu)
- Alô (velha)
- Alô (eu)
- Quem fala? (velha)
- Aqui é o Bruno da Oficina (eu)
- Quem? (velha)
- Bruno da Oficina (eu)
- Da onde fala? (velha)
- Da Oficina (eu)
- Quem ta falando? (velha)
- É o Bruno (eu)
- Da onde? (velha)
- DA OFICINA! (eu)
- Ah tá (velha)
- Acho que foi engano (velha)
- Tchau (velha)
Também teve o dia que ligaram para cá para me avisar que sequestraram meu filho que ainda falta anos para nascer. Incrível! E eu ainda consegui falar com meu futuro filho! Essa onda de violência me assusta cada vez mais, agora sequestram até quem ainda vai nascer.
Enfim… Nossa agência fica localizada no Shopping São Francisco no 1º andar, onde existem 12 espaços que são divididos entre agências, escritórios e lojas. Nosso número é 105, e pelo menos 2 vezes por dia aparece alguém pedindo informações ou querendo saber onde diabos é o 102. Repetindo, existem 12 opções! E sempre acabam aqui! Se bem que depois que descobrimos o Mike (entenda melhor em um próximo post) as coisas melhoraram.
Depois de um dia ‘tranquilo’ na Oficina, é hora de ir atrasado para a faculdade, pois sempre surge algo de última hora. Nesse semestre só cheguei na hora 2 vezes, mas tudo bem, é só pensar que daqui a algumas horas estarei confortável em minha cama que nada mais me preocupa (mentira). Eis que sou informado que nosso prazo apertou e que depois da faculdade eu terei que voltar para cá para ficar durante a madrugada. UHU! De certa forma o conceito do “meu quarto” se encaixa muito bem nessa situação, afinal, no fim do dia você vai para onde? Para o quarto trabalhar!
Resumindo, trabalhar na Oficina é: enfrentar chuva, prazos, encrencas, telefonemas inesperados, muitas madrugada viradas, perder a chance de descançar e ser praticamente casado com seu chefe. A pergunta que não quer calar é:
Vale a pena? Muito!
Afinal um lugar bacana com pessoas sensacionais não se encontra sempre, e claro, aqui tem cerveja e playstation 2.
Eu sou louco? É bem provável, mas aqui todos são, com excessão da Ana. Mesmo porque alguém precisava dar uma amenizada na situação, pois se juntar minha loucura com a do marcão é bem possível que deixarmos o trabalho um pouco de lado para ir no Colorado visitar o festival ‘Mike the Headless Chicken Day’.
Agora chega de falar, pois tenho que trabalhar!
8 comentários »Ps: para quem pensa que esse texto é para encher linguiça ou puxar o saco está muito enganado, na verdade é apenas uma tentativa de ganhar um aumento salarial! Me desejem boa sorte.


